Capitulo I – Um novo Começo

Os Dois Guerreiros

  • Drakes

Aramond foi um grande guerreiro, lutou e triunfou durante a grande guerra, mesmo jovem era um espadachim perfeito, cada golpe desferido por sua lamina era fatal, poucos podem dizer que lutaram contra Aramond e sobreviveram… Mesmo com o fim da guerra ele ajudou a reconstruir seu amado reino, capturou inúmeros ladrões e inimigos remanescentes, abateu criaturas ferozes e se tornou capitão da guarda real…

Como queria que seu filho fosse como ele, mas Drakes nunca se interessou por lutas, guerras, armas, e nem pela magnífica arte da espada, o pouco que sabia sobre esses assuntos foi porque foi forçado a aprender…

Embora um tanto brigão Drakes disse que nunca arriscaria sua vida, por esse motivo seu pai mandou-o para morar com sua mãe, em uma cidade muito pacifica e pequena, tão pequena que era pouco maior que algumas vilas da região, Algreim era o nome da pequena cidade, habitada na maioria por camponeses e pequenos comerciantes, raramente era utilizada como ponto de encontro de algumas caravanas, pacata e bela era a cidade perfeita para Drakes.

Alguns anos se passaram e Drakes começou a morar sozinho (sua mãe havia voltado para a cidade imperial de Hiron), criou amizade com muitos aventureiros e desbravadores quase se interessando por esse tipo de vida, mas uma vida pacata era o que ele queria; mas isso mudaria!!!

Foi em um dia frio, onde as nuvens tapavam completamente o sol que sua vida começou a mudar, não poderia ter acontecido em um dia mais apropriado, os céus escuros combinavam perfeitamente com os rios de sangue que se formavam, os trovoes pareciam se ritmar com os gritos que ecoavam e Drakes, ele não podia acreditar no que via, um grupo de orcs atacara a cidade, muitos tentavam lutar, mas era impossível vencer, existiam centenas de orcs, todos armados com espadas, escudos e arcos, não havia como camponeses vencê-los, Drakes até que tentou lutar, mas também foi inútil, tudo que pode fazer foi ver sua própria derrota e ter seus últimos pensamentos…

“nunca imaginei que acabaria assim, logo eu que sempre fugi deste tipo de coisa, que evitei todos os confrontos possíveis e mesmo assim encontrei meu fim, a se eu tivesse ouvido meu pai, teria me tornado forte e sobreviveria a isso, agora tudo que me resta é o gentil e gracioso abraço da morte…”

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